sexta-feira, 26 de junho de 2009

Marketing Comentado: Bic - Mini Volta As Aulas


Nova campanha da Bic!!!!

Em julho, a Bic vai investir em novas linhas e lançamentos, como por exemplo, a linha Bic Mini que é voltada para o público adolescente, e é composta por produtos clássicos em tamanho miniatura.
Mas como a Bic tem uma ampla gama de produtos, vocês vão poder ver uma divulgação maior dos seguintes produtos:

Cristal Pocket Scents (Nas cores: Vermelho, Verde, Azul e Lilás)
Z4 Roller Fashion (Nas cores: Lilás, Verde, Rosa, Azul e Laranja)
Brite Liener Grip (Nas cores: Amarelo, Rosa, Verde e Laranja)
Mini Sunnies (Aquelas lapiseiras bem clássicas, mas, ela vem nas cores Azul e Rosa)
Lápis Evolution Ecolutions ( Lápis bem tradicional da gama da Bic, eu particularmente já usei 3, até agora!).


Mas não poderia deixar de falar pra vocês uma coisa fantástica que achei enquanto montava esta matéria: é o Expressões Digitais Bic. Lá você pode criar sua expressão utilizando produtos da marca, ou até mesmo personalizar suas fotos, automaticamente, o que você fizer vai pro mural do Expressões digitais, Você também pode ver os ganhadores do concurso cultural Bic Parade.

Na próxima eu coloco pra vocês a minha "Expressão Digital", é que este hotsite me deixou maravilhada, e por isso pretendo experimentar todas as ferramentas, e assim que escolher minhas ferramentas, eu mostro pra vocês.

Não poderia deixar de avisar que a campanha vai ser veiculada no Nickelodeon, Cartoon Network, e Disney Channel.
Nas revistas, anúncios na Todateen, Atrevida, Capricho e Atrevidinha.

Abraço e Até a próxima!!!


Voltei!!!

Paço desculpas a vocês pelo tempo que passei distante daqui, é que estive ocupada por conta dos estudos, mas vamos voltar a discutir sobre nossos temas, afinal, temos muito o que comentar....

Abraços a Todos!!!

sábado, 20 de junho de 2009

Projetos do Governo do Estado do Pará - Kits Escolares

Muitas metas foram traçadas pelo governo do estado para 2009, entre elas, estavam a entrega de Kits Escolares para os alunos da rede estadual de ensino. No site do Governo do estado, o assunto é abordado da segunte forma:

"Duas camisas da escola, uma agenda e uma mochila. Parece pouco, mas pesa no orçamento de muitas famílias que têm filhos em idade escolar. O Governo do Estado entrega este ano kits escolares a mais de um milhão de estudantes, de 800 escolas, contendo esse material. É um grande incentivo para que as crianças continuem os seus estudos.
Além de incentivar os estudos de nossas crianças, o Kit Escolar gera emprego e renda para o povo. Cerca de cem mil fardas estão sendo confeccionadas por cooperativas de costureiras, das próprias localidades onde ficam as escolas. As cooperativas participam do programa Bolsa-Trabalho, que dá oportunidade do primeiro emprego a milhares de jovens."

Mas este projeto está envolvido na polêmica da superfaturação dos kits, que segundo informações, custariam ao governo estadual cerca de R$ 300,00, e além disso há a pergunta: Por quê apenas os uniformes foram produzidos nas comunidades paraenses??.
Pois também há a hipótese de que as mochilas e agendas tenham sido produzidas no Rio Grande do Sul.

E também surgem denúncias de que os Kits Escolares ainda não chegaram em muitas escolas, pelo menos na escola em que eu estudo, os Kits chegaram nesta quarta (17.06.09), mas, as reclamações de pais, professores e diretores das escolas em que os kits ainda não chegaram tendem apenas a aumentar, mas a causa real é atraso na entrega, e o governo garante que, estes kits vão chegar em todas as escolas.

Tomara que essa promessa seja cumprida.... Para o bem de todos..

Por Hoje é só...

Abraço e Até a Próxima!!!

terça-feira, 16 de junho de 2009

O Dia De Aula Após A Greve - O que aconteceu na maioria das escolas de Belém e Ananindeua??

Neste primeiro dia, a imprensa local noticiou que em algumas escolas, a maioria dos alunos voltaram as escolas nesta terça feira, mas, como nada é perfeito, em algumas delas os alunos foram, mas e os professores?!.... Esses faltaram, mas deve se ressaltar que isso ocorreu em poucas escolas, poucas mesmo.

Em outras, os alunos iam sem muita certeza que a greve havia acabado, e consequentemente, chegavam fora do horário, mas, os que ficam na portaria das escolas tiveram compreensão com esses alunos, afinal, foram 40 dias em greve!!.

Já na escola em que eu estudo (Isso mesmo!. Também sou estudante da rede estadual de ensino), as aulas foram "quase" normais.

Pois alguns alunos se sentiam como se fosse o primeiro dia letivo do ano, afinal de contas, a greve durou um longo período. Mas, reações como essas mostram que essa impressão seria sensivelmente diminuída se todos os alunos permanecessem estudando, ou, no mínimo, revendo os conteúdos que foram passados em classe antes do ocorrido.
Mas um dos professores decidiu prestar esclarecimentos aos alunos, afirmando o compromisso na reposição das aulas e o acontecimento da reunião na Seduc, para que seja refeito o calendário letivo, pelo menos na minha escola, é quase certo que não haja reposições nos sábados, e que o calendário letivo se estenda até o mês de fevereiro.

Mas tenham certeza de que assim que houver novidades sobre o assunto, vocês poderão ver aqui como ficou, aproximadamente o calendário letivo do estado.

Abraço e Até a Próxima!!!

Greve dos Professores da Rede Estadual - Pará - Última Parte - Término da Greve

Agora vamos ver estes dois artigos publicados nos seguintes jornais:

Amazônia:

Acaba A Greve Nas Escolas


Foram 40 dias parados, muitas horas de negociações e milhares de alunos prejudicados. Até que, ontem à tarde, a greve dos professores da rede estadual de ensino chegou ao fim. Depois de ocuparem pela manhã o gabinete da secretária de Estado de Educação, Iracy Gallo, representantes do movimento sindical da categoria conseguiram garantir que o governo do Estado não descontasse na folha de pagamento os dias em que paralisaram as atividades. Agora, falta apenas definir o calendário de reposição de aulas para que os alunos da rede pública não sejam ainda mais penalizados.

A reunião, que era para ter acontecido às 17 horas de ontem, foi antecipada para 12h30 após pressão dos sindicalistas. Cinco representantes da categoria se reuniram com a secretária de Educação, o secretário adjunto, Eli Benevides, e o secretário adjunto de Gestão, Fernando Azevedo. Eles conseguiram chegar a um consenso em relação à questão salarial, mas o calendário continua pendente. Iracy Gallo informou que o governo do Estado ainda se mantém empenhado em garantir os 200 dias letivos da rede pública de ensino e, principalmente, a qualidade destas aulas. No entanto, caso os professores não cumpram essa reposição, o salário sofrerá descontos. 'Nós acreditamos no avanço e no retorno das atividades nas escolas do Estado', disse.

Após a reunião, os professores se organizaram mais uma vez em uma assembleia geral para votar pela suspensão ou não da greve. Apenas três pessoas votaram contra a volta às aulas. Portanto, hoje de manhã, os alunos da rede pública já podem retornar às escolas. Conceição Holanda, representante do Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp), disse que a classe sai vitoriosa. E que, apesar da greve ter terminado, o movimento sindical nunca vai parar.

Reunião hoje define o calendário de reposição das aulas

Para a reunião com os técnicos da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), hoje de manhã no prédio-sede, os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Pará (Sintepp) levarão a proposta de reposição de 26 dias de aula, em virtude da greve da categoria dos professores que durou 40 dias. Essa diferença entre os dias da greve e os dias de aula a serem repostos baseia-se nos sábados e domingos incluídos no período de duração do movimento grevista, que não devem ser contados para a reposição, na interpretação dos sindicalistas. O Sintepp defende a ampliação do calendário normal de 200 dias letivos (800 horas-aula), que, desse modo, não terminaria em dezembro, como previsto, mas em janeiro, para reposição das aulas.

O secretário executivo do Sintepp, Ronaldo Rocha, informou ontem que o sindicato defende a proposta de que cada comunidade escolar defina o seu calendário de reposição de aulas, mas observou que a entidade sindical é contrária à reposição nos sábados, domingos e feriados. As férias de julho estão garantidas para as comunidades escolares. 'Se uma escola, mediante discussão ampla na comunidade, decidir usar os finais de semana, ela assume a responsabilidade por essa decisão'.

Em 2008, os professores públicos estaduais paralisaram suas atividades por 48 dias, e a reposição de aulas se deu com a ampliação do cronograma normal de aulas nas escolas. As aulas foram repostas em janeiro, mas como estava programado o Fórum Social Mundial em algumas escolas em Belém, a reposição incluiu os sábados. Em todo o Estado, são cerca de 20 mil professores, mais de mil escolas e cerca de dois milhões de alunos.

Conlutas é contra ensino aos sábados

De acordo com o professor Abel Ribeiro, do comando de greve do Conlutas, umas das principais exigências do calendário de reposição é que as aulas perdidas não sejam compensadas aos sábados, a não ser em casos específicos, como de alunos do ensino médio que vão prestar vestibular ainda este ano. Além disso, o representante do movimento sindical disse que a realidade da periferia e do centro da capital são bem diferentes e, por esse motivo, devem ser levadas em consideração na hora de definir os dias letivos. 'Um aluno que mora na periferia não vai sair de casa em um sábado à noite para estudar, assim como a mãe de um estudante do ensino fundamental não vai querer que ele saia de casa. É um engodo ter aulas aos sábados. A exceção fica por conta somente dos alunos do convênio', disse.

Abel Ribeiro informou ainda que em setembro os professores vão se mobilizar mais uma vez para que o valor do auxílio-alimentação seja reajustado de R$ 100 para R$ 200. A categoria também quer que a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) destine mais verba para a educação, por ser um serviço essencial para a sociedade. 'Para completar, o sindicato precisa ter um fundo de greve para manter o movimento', ressaltou.


O Liberal:


Professores Só Vão Repor 26 Dias De Aula


Os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Pará (Sintepp) vão propor aos técnicos da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) a reposição de somente 26 dias de aula após a greve dos professores da rede estadual, que se estendeu por 40 dias e terminou ontem. A decisão deverá ser tomada hoje pela manhã, em reunião na sede da Seduc. A diferença de dias, afirma o Sintepp baseia-se nos sábados e domingos incluídos no período de duração do movimento grevista - que não devem ser usados no cálculo de aulas que devem ser repostas, na interpretação dos sindicalistas. As aulas recomeçam nesta manhã, normalmente.

O Sintepp defende a ampliação do calendário normal de 200 dias letivos (800 horas-aula), que, desse modo, não terminaria em dezembro, como previsto, mas em janeiro, para reposição das aulas. O secretário executivo do sindicato, Ronaldo Rocha, informou ontem à noite que a entidade defende a proposta de que cada comunidade escolar defina o seu calendário de reposição de aulas. No entanto, observou que a entidade sindical é contrária à reposição nos sábados, domingos e feriados. Em todo o Estado, são 20 mil professores, mais de mil escolas e cerca de dois milhões de alunos.

Além disto, as férias de julho estão garantidas para as comunidades escolares. 'Se uma escola, mediante discussão ampla na comunidade, decidir usar os finais de semana, ela assume a responsabilidade por essa decisão', reiterou Ronaldo Rocha. Em 2008, os professores públicos estaduais paralisaram suas atividades por 48 dias. Naquele ano, a reposição de aulas se deu com a ampliação do cronograma normal de aulas nas escolas. As aulas foram repostas em janeiro. Por conta de atividades do Fórum Social Mundial em algumas escolas em Belém, a reposição incluiu os sábados.

NEGOCIAÇÃO

Depois de ocuparem pela manhã o gabinete da secretária de estado de educação, Iracy Gallo, representantes do movimento sindical da categoria conseguiram garantir que o Governo do Estado não descontasse na folha de pagamento os dias em que paralisaram as atividades. A reunião, que deveria ter acontecido às 17 horas de ontem, foi antecipada para 12h30, após pressão dos sindicalistas. Cinco representantes da categoria se reuniram com a secretária de educação, o secretário adjunto, Eli Benevides, e o secretário adjunto de gestão, Fernando Azevedo.

Eles conseguiram chegar a um consenso em relação à questão salarial. Iracy Gallo informou que o Governo do Estado ainda se mantém empenhado em garantir os 200 dias letivos da rede pública de ensino e, principalmente, a qualidade destas aulas. No entanto, caso os professores não cumpram essa reposição, o salário sofrerá descontos. 'Nós acreditamos no avanço e no retorno das atividades nas escolas do Estado', disse a secretária.

Após a reunião, os professores se organizaram mais uma vez em uma assembleia geral para votar pela suspensão ou não da greve. Apenas três pessoas votaram contra a volta às aulas. Portanto, hoje pela manhã, os alunos da rede pública já podem retornar às escolas. Conceição Holanda, representante do Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp), disse que a classe sai vitoriosa. E que, apesar da greve ter terminado, o movimento sindical nunca vai parar.

De acordo com o professor Abel Ribeiro, do comando de greve do Conlutas, os professores vão se mobilizar mais uma vez em setembro para que o valor do auxílio-alimentação seja reajustado de R$ 100 para R$ 200. A categoria também quer que a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) destine mais verbas para a educação, por ser um serviço essencial à sociedade. 'Para completar, o sindicato precisa ter um fundo de greve para manter o movimento com ainda mais forte', ressaltou.


Na próxima matéria virei com mais novidades.

Abraço e Até a próxima!!